sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

1º Aniversário das Piscinas da Ribeira Brava


No dia 12 de Dezembro faz um ano que as Piscinas da Ribeira Brava foram inauguradas pela Sua Excelência o Presidente do Governo Regional da Madeira Dr. Alberto João Jardim. Desde então evidenciou-se a oferta de actividade física no meio aquático no concelho da Ribeira Brava, realidade que até então não era possível, embora houvesse já entidades com sede no concelho que proporcionassem este tipo de actividades, mas fora do mesmo. Esta situação acarretava um acréscimo de custo com o transporte que agora deixa de ser tão vincado.
O complexo tem feito todos os possíveis para proporcionar uma oferta de serviços que privilegiem a qualidade e excelência. Sabemos que a perfeição é impossível, mas de grosso modo temos consciência que estamos a contribuir para aumentar a qualidade de vida, não só da população do município, assim como da população geral que nos frequenta de outros concelhos da RAM.
A utilização das Piscinas da Ribeira Brava tem sido positiva no seu primeiro ano de existência, mas em tempo de aniversário cabe-nos acima de tudo falar das pessoas, e foi pensando nas pessoas que a direcção das Piscinas da Ribeira Brava entendeu fazer chegar a experiência do meio aquático às pessoas com maiores dificuldades financeiras. Neste sentido o dia 11 de Dezembro foi aberto a reservas grátis para todas as instituições do Concelho da Ribeira, especialmente às entidades de cariz social, a estas foi oferecido um almoço convivo. Desta forma abrangemos uma franja da população menos visível, proporcionando-as a experiência no meio aquático e a oportunidade de saberem como funciona uma instalação deste tipo.
O capital investido nas Piscinas da Ribeira Brava, através da Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste, tem por isso um retorno que está intimamente ligado ao aumento da qualidade de vida das populações e melhoria da acessibilidade das populações à actividade física.
Finalizo deixando votos de boa festas a todos os utentes e desejando as maiores felicidades para 2010.



O Director
Francisco Silva
11.12.2009

sábado, 21 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Comunicação… o elo mais forte

Aproveito este espaço de excelência de interactividade com os nossos utentes e com os demais visitantes do nosso blogue, para falar de comunicação. Essa janela de oportunidade tão bem usufruída por uns e desaproveitada por muitos mais.

Se bem que a muitos custe admitir, a chegada das novas tecnologias, embora se manifeste como um veículo excelente de comunicação, deixa um rasto menos desejável e que infelizmente se vem evidenciando, principalmente junto dos mais jovens, refiro-me à perda continua de comunicação verbal, pessoal, “olhos nos olhos” como se costuma dizer.

É esta comunicação descoberta na génese da palavra, “Comunicação – comum + acção, onde significa “acção em comum”, tendo em conta que o “algo em comum” refere-se a um mesmo objectivo da consciência e não as coisas que se diz materiais.”

Outra, entre muitas que poderíamos colocar, das definições de comunicação refere-se a “uma actividade educativa que envolve troca de experiência entre pessoas de gerações diferentes, evitando-se assim que os grupos sociais retornem ao primitivo.”

Pessoalmente, entendo imprescindível a utilização da comunicação, e continuo a usá-la como bastião, não só na demonstração da afectividade positiva e de motivação pessoal, mas também como ferramenta vital da gestão de sistemas complexos.

A comunicação estimula a satisfação e, embora poucos se apercebam da sua influência, ela apresenta-se como factor dinâmico na resolução de problemas considerados insupríveis. Neste sentido, a intervenção pedagógica, responsável e assertiva, ocorre como processo dinamizador deste conceito, não apenas numa lógica hierárquica de obrigações, mas fundamentalmente na construção de uma relação afectuosa e estimulante, capaz de engendrar um convincente processo de gestão de uma estrutura complexa.

Ao estrangularmos o valor da comunicação, caminhamos para um desalento absoluto que se traduz, em última análise, na ignorância completa de nós próprios, afastando a comunicação do seu papel principal como elo mais forte.

28.10.2009
Francisco Silva

quarta-feira, 21 de outubro de 2009